sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Um papo sobre games

Hoje o seminário foi sobre Games! 
Com Daniel Gularte, arquiteto, designer digital, projetos de mídias digitais e comunicação visual - www.danielgularte.com.br
Designer Gráfico Ivia @ Banco do Nordeste
Professor conteudista da Estácio/FIC - jogos digitais e design
Especialista em design digital e mestrando em Computação aplicada a jogos - UECE
Colecionador e estudioso de jogos eletrônicos - www.bojoga.com.br
twitter: @danielgula - @bojoga

Um pouquinho do que foi discutido:

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ontem, dia 24, tivemos o Seminário sobre Marketing e Indústria Cultural com o publicitário: Iuri Azevedo, atendimento da agência EBM Novotempo Propaganda.

Ele nos mostrou o que é marketing, qual a sua ligação com a publicidade e como os dois estão ligados diretamente com o conceito de Indústria Cultural. A sala toda interagiu, não só os futuros publicitários, mas também os estudantes de jornalismo e áudio visual. Dá pra ter uma noção de como foi interessante né? Todos foram ótimos e principalmente, é claro, o Iuri.

Brigadão Iuri!!

O meio é a mensagem - Think Again

O meio é a mensagem

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Só uma mera coincidência?
















Título Original: Wag the Dog

Lançamento: 1997 (EUA)

Direção: Barry Levinson

Atores: Dustin Hoffman, Robert De Niro, Anne Heche, Denis Leary.

Duração: 97 min

Gênero: Comédia



Clique aqui para ver o trailer.




Assistimos "Mera Coincidência" na cadeira de Teoria da Comunicação, filme que trata com a dose certa de humor e ironia a seguinte história:
Alguns dias antes das eleições para presidente dos EUA, o então presidente, que é candidato à reeleição, acaba se envolvendo num escândalo sexual e teme que isso vá prejudicar seus planos. Um assessor dele (Robert De Niro) tem a idéia de contratar um produtor de Hollywood (Dustin Hoffman) e eles acabam inventando uma guerra contra a Albânia e o presidente vai poder dar fim a essa guerra, virando um herói e a atenção da sociedade vai se voltar pra esse fato, fazendo com que o presidente seja reeleito com a maioria dos votos.
O filme é bem interessante e acho que todo mundo devia assistir, não só a galera da comunicação social. Faz com que a gente reflita sobre o poder da mídia e até onde ela influencia na sociedade.

"Why does a dog wag its tail? Because a dog is smarter than its tail. If the tail were smarter, the tail would wag the dog."
(Por que o cão balança o rabo? Porque o cão é mais esperto que o rabo. Se o rabo fosse mais esperto, o rabo balançaria o cão.)


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Os seminários começaram!

Na quarta, dia 17, começaram os seminários de Teoria da Comunicação... Nós fizemos uma discussão sobre as redes sociais on-line com o Antino, editor do Portal Jangadeiro, se não me engano hehe... Foi muito proveitosa e interessante, ele nos esclareceu muitas coisas sobre as redes sociais...

Hoje também tivemos um seminário muito interessante sobre jornalismo e entretenimento no qual tivemos como convidada a Tici, repórter do caderno Zoeira do Diário do Nordeste. Ela falou sobre o trabalho dela no jornal, como ela o conseguiu, e das dificuldades de fazer jornalismo com entretenimento...


Na quarta é o nosso e nós vamos falar sobre Marketing e a Indústria Cultural... Esperamos que todos gostem...

domingo, 21 de novembro de 2010

O meio é a mensagem...




Todos os dias nos deparamos
com infinitas propagandas independente do lugar onde estamos. Muitas delas nos fazem ver que o meio é realmente a mensagem, pois elas estão, literalmente fazendo parte do meio...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Aldeia Global

McLuhan disse em seu livro de 1962 The Gutenberg Galaxy (A Galáxia de Guteberg): "A nova interdependência eletrônica recria o mundo em uma imagem de aldeia global.". Como assim?

Antes, a civilização era moldada segundo os padrões de comunicação pela palavra impressa, tinha a comunicação:

· fragmentada

· linear

· de propagação lenta

· de caráter individualizante

E hoje, adaptada à dominância dos meios de comunicação de base eletrônica, é:

· integrada,

· não-linear

· de propagação instantânea

· de caráter comunitário (todos participam da vida de todos, e o envolvimento social é global)

Pois é, o que antes era esperar o moleque jogar o jornal na porta da sua casa pra você poder ler as notícias uma vez por dia e “morreu aí”, se não gostou: fazer o que?!, se teria mais dados a declarar sobre tal assunto: guarde pra você, se quer saber a opinião de outros: é uma pena, isso mudou.

Agora podemos abrir sites de notícias e ler só isso, se quisermos, o dia todo, de todas as partes do mundo, do jornal que gostamos; podemos fazer a notícia, criando blogs; sabemos quase na mesma hora que a cantora tal foi levada pra rehab, por exemplo; ligamos e mandamos sms o tempo todo, pra todo mundo; etc.

Isso é a “aldeia global”: o progresso tecnológico que tá reduzindo todo o planeta à mesma situação que ocorre em uma aldeia, ou seja, a possibilidade de se intercomunicar diretamente com qualquer pessoa que nele vive.

Só que tem um detalhe: nem todo mundo tem TV, internet, celular... :X

“The medium is the message”


Ou, para os leigos, “O meio é a mensagem”. Esse é um dos três pontos em que a obra de McLuhan pode ser essencialmente resumida.

Então, foi McLuhan que disse isso e essa foi, tipo, a maior contribuição dele pra sociedade. Foi uma revolução! Porque os estudiosos da comunicação só discutiam o conteúdo da mensagem e não pesquisavam as mídias.

McLuhan foi o precursor dos estudos midiológicos e ele dizia que o mesmo conteúdo, sendo um transmitido pela televisão e outro pelo jornal impresso, por exemplo, tem efeitos sociais diferentes. Isso porque o veículo de transmissão é que caracteriza a mensagem, porque cada um tem suas características próprias (linguagem, forma, efeitos).

Um exemplo é a diferença de credibilidade quando uma mesma mensagem é transmitida oralmente por uma pessoa conhecida ou quando é enviada pela televisão. Tipo, se tua amiga dissesse: “vai ter show da Lady Gaga aquiiii!”, tu ia acreditar?

Outro exemplo: no MSN você sempre briga com seu namorado porque os dois não entendem a entonação do: “ta certo” do outro.

Terceiramente...


  • Terceiramente: Certo, agora que o básico ta mais ou menos explicado, vamos  a parte complicada, a mudança da trajetória do pensamento do McLuhan.Um dos pontos importantes da sua obra é o seu caráter "localizado", o efeito que ela teve no público só foi tão intenso porque era um público norte-americano, os temas dialogavam com a mentalidade da nação americana, uma nação que vê o seu destino como o do mundo todo.

    Em um certo momento o autor abandona o seu pensamento de que os homens devem tomar consciência da real natureza dos meios e explica o novo pensamento, o de que se deve perceber as mensagens veiculadas conforme as características dos meios nos quais as mesmas são transmitidas, e o modo que esses meios influenciam a percepção da mensagem.

    Um das melhores maneiras que ele encontrou de demonstrar como o Meio É a Mensagem foi com uma lâmpada representando um meio que é a própria mensagem. Opa, como assim?
    Simples, a lâmpada não possui nenhum conteúdo, diferente das matérias em um jornal ou programas em uma televisão, mas, de seu modo, tem um efeito social, que é permitir à sociedade ver onde antes só existia escuridão. Ou seja, a lâmpada é um meio sem conteúdo, mas que tem seu efeito. Massa né?


Segundamente...

  • Segundamente: Para facilitar o entendimento da trajetória do pensamento de McLuhan o melhor é fazer um resumo do que o texto em si se trata. "O Meio é a Mensagem" foi uma frase grafado pelo autor que significa que o meio no qual a mensagem é transmitida, seja ele um jornal; televisão e, hoje em dia, as mídias digitais, é incorporado à própria mensagem, modificando assim o modo como ela é percebida.

    Resumindo, o meio afeta, e muito, a mensagem. Um bom exemplo disso se vê na Publicidade, no caso das mídias alternativas. Digamos que uma empresa quer anunciar um novo produto, me responda se sua atenção não se prenderia muito mais a algo assim do que a um panfleto qualquer entregue no sinal:






Muita informação até agora? Calma, no próximo termina.





Primeiramente...

Antes de começar a tentar - e friso - tentar repassar a vocês, caros leitores, o que eu entendi com o texto número 7, de autoria de Marshall McLuhan, queria deixar alguns pontos em claro:


  • Primeiramente: A maneira mais fácil que vi de tentar fazer vocês entenderem foi escrever aqui exatamente o que veio à minha cabeça quando li o texto, de um jeito bem simplificado, sem muitas voltas e sem encher linguiça.
    Visto que o objetivo desse Blog é ajudar os outros alunos a entenderem o texto do nosso grupo,  a melhor maneira de se conseguir isso é fazendo algo que primeiramente nós mesmos entendamos, para depois repassar para vocês.  Nos próximos posts vou tentar fazer um resumo do objetivo geral do texto e depois tentarei explicar a mudança no pensamento do autor que modificou algumas conjecturas sobre o assunto dos meios de comunicação. Ficou complicado né? Mas calma, a gente resolve isso.

    Não saiam daí!



    McLuhan foi o cara!!

    McLuhan foi um cara e tanto.. Responsável pelos aprofundados estudos sobre os meios de comunicação e a sua ligação no comportamento da sociedade. Foi um dos teóricos mais reconhecidos na área da comunicação com suas ideias que ganharam espaço mundial, mesmo não

    conseguindo o apoio unânime, o que na verdade seria muito difícil, McLuhan conseguiu mais aliados e admiradores ao invés de críticos, o que levou a ser muito bem visto e elogiado por inúmeras revistas e outros grandes pensadores.. O cara tinha muitos motivos pra se achar né não?

    McLuhan considera a fala, o rádio, o jornal, a televisão.. os meios de comunicação em geral também chamado de “extensões do homem”, como forma de modelagem da sociedade, ou seja, a forma de agir e pensar de uma população é transformada conforme as mudanças e avanços tecnológicos nos meios.

    Algumas das obras mais importantes desse perito são O Meio É a Mensagem: Um Inventário dos Efeitos e A Galáxia de Gutenberg

    Efeitos controláveis

    Para McLuhan, é impossível que seja o conteúdo a controlar os efeitos da mensagem, e sim a forma como a informação é transmitida, é o que controla os efeitos causados posteriormente, ou seja, o meio utilizado para transmitir a mensagem.


    E mais, esses efeitos também não podem ser controlados pelo consumidor, mas apenas pelos produtores da mensagem, que são os que possuem o domínio dos próprios media.


    Ou seja, é tipo assim:


    Os efeitos que a mensagem produz nos consumidores são controláveis, SIM!


    MAS, controláveis apenas pelos próprios produtores dessas mensagens!


    E também pela forma como é transmitida a mensagem, ou seja, o meio de comunicação utilizado!


    Os consumidores não possuem domínio algum sobre esses efeitos!


    O conteúdo da mensagem também não é o que controla esses efeitos!

    quarta-feira, 29 de setembro de 2010

    O que são os meios "frios" e "quentes"...



    A distincão entre os meios "quentes" e "frios" é dado pelo impacto de cado um deles sobre a percepção humana, ou seja, um meio é quente ou frio conforme a maneira como são percebidas e incorporadas as mensagens que veicula.
    Para explicar vou utilizar alguns exemplos... O primeiro deles é o rádio que satura somente a nossa audição, um sentido isolado, sem deixar margem para qualquer esforço de complementação por parte do ouvinte é um meio "quente" já a televisão é um meio "frio", pois exige a participação do expectador para perceber a mensagem, ela vê a imagem e escuta.
    Essa distinção entre os meios "quentes" e frios" é transposta pelos planos dos seus efeitos sobre os consumidores das mensagens que eles veiculam.



    O meio é a mensagem: análise de McLuhan - Prévia do que iremos falar.

    Bem... Vamos lá... Ver se eu consigo explicar algo sobre isso...

    Para Mcluhan os meios de comunicação são "extensões do homem", pois formam o ambiente no qual eles se move, se projeta e se forma. O ambiente criado pelo homem é uma segunda natureza, e forma o próprio homem, ao moldar os seus padrões de percepção do mundo e de si próprio.
    A obra de McLuhan se baseia em que o mesmo conteúdo, transmitido através de meios diferentes, terá efeitos sociais diferentes. Ele também tem como base a mudança dos padrões de comunicação pela palavra impressa para uma outra cujo ponto focal é a dominância dos meios de comunicação de base eletrônica. McLuhan tem como terceiro ponto focal da sua obra a distinção entre os meios "quentes" e "frios" que está dado pela natureza específica do impacto de cada um deles sobre a organização perceptual humana, ou seja, um meio está "quente" ou "frio" de acordo com a maneira como são percebidas e incorporadas as mensagens que veicula.
    McLuhan insiste no caráter subliminar dos efeitos dos meios de comunicação. Ele diz que para se defender de um meio tem-se que recorrer a outro. Os efeitos dos meios de comunicação podem ser controlados, mas somente por intermédio daqueles que detêm o domínio dos próprios media.

    É isso aí... Espero que dê pra entender um pouco...